sexta-feira, 24 de outubro de 2014

1° Encontro do CEIFH (Centro de Estudos Independente Filosofia Hoje) - Piso na Tumelero


Ontem, dia 23/10/2014, realizou-se a primeira reunião do CEIFH (Centro de Estudos Independente Filosofia Hoje). Na ocasião discutimos detalhes acerca do estatuto e das diretrizes deste centro de estudos que pretende de forma independente ampliar e qualificar a produção intelectual deste país. Em breve lançaremos uma plataforma de cursos online, também organizaremos hangouts, palestras, seminários, teremos uma revista filosófica independente e com nossa parceria com a Editora Fi seguiremos publicando e divulgando a nova produção filosófica em língua portuguesa. Estiveram presentes Fabio Goulart, Fábio Fleck, Lucas Margoni, Heyner Mercado e William Toledo. Evidentemente também discutimos um pouco de política e marcamos um Hangout (com transmissão ao vivo) para a próxima sexta-feira, 31/10/14 21h.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Karl Marx e os Governos Comunistas



Este vídeo analisa a diferença entre as teorias de Marx e os assassinos governos “Marxistas”. Alguns modelos aplicados foram tão radicais que até o próprio pensador seria condenado a morte. O fato é que Karl Marx era um filósofo, por isso para entender seus textos é necessário ter amplo conhecimento filosófico, principalmente acerca de Hegel, Racionalismo e Idealismo para que as críticas de ao capitalismo não se torne levianas. A maioria dos Marxista pouco se importavam com filosofia, por isso sequestram algumas ideias de Marx e formaram governos totalitários e ainda mais violentos e opressores do que aquilo que se pretendia combater. Todos estes regimes fracassaram, será que a filosofia de Marx também fracassou? Assista, Reflita, Compartilhe! Apresentado pelo Me. Phil Fabio Goulart, o vídeo traz o trabalho do Dr. Phil Cláudio Ferreira Costa (UFRN).

Clique no link e conheça o canal do Professor Cláudio Costa: https://www.youtube.com/user/ruvstof

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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Parabéns aos professores!


Parabéns aos professores! Em especial a todos aqueles que limpam as lentes sujas pela ideologia e pela alienação. Uma homenagem da página Filosofia Hoje.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Crianças Gays e Homofobia Adolescente


Bom dia e Boa Semana a todos(a)!  Gostaria de começar com um assunto bem leve para nossa reflexão, ontem foi dia das crianças, então eu gostaria de falar sobre crianças gays... Vou contar um causo de minha infância, lá da prainha da Costa do Sol que fica entre Pinhal e Cidreira. Eu era da rua 12, mas tinha uma turma de amigos da rua 10, também tinha o Gugu. Todos tínhamos 7 ou 8 anos de idade e aproveitando as férias de verão não havia nada melhor do que brincar e discutir temas importantes como: “Qual seu super-herói favorito”. Eu disse que o meu era o Batman, o Pedro disse o Super Man, o Junior disse que era o Goku, e assim todos foram dizendo seus heróis, quando chegou a vez Gugu e ele disse: “Meu herói é a Barbie”. Ficamos todos em silêncio, vários segundos apenas com o constrangedor barulho do vento batendo nos pinheiros. Mas o silêncio foi rompido por alguém exclamando “Não vale, a Barbie não é herói!”, o Gugu prontamente questionou “Por que a Barbie não é herói?”, eu mesmo respondi “Porque não tem poderes”, Gugu mandando uma espécie de beijinho no ombro retrucou “e desde quando o Batman tem poderes?”... “O poder do Batman é o dinheiro!”... “A Barbie tem mais dinheiro do que o Batman”... “O Batman luta contra bandidos e salva pessoas.”... “A Barbie também luta contra bandidos e salva pessoas, sereias e fadas.”... “Pois é... ela também tem uma Ferrari legal, né Gugu?”...“Nem sei, eu não entendo nada de carro, só sei que a Barbie é minha herói”. Todos estão estávamos de comum acordo que a Barbie era uma heroína e de comum acordo encerramos o debate e começamos a brincadeira, cada um era o seu herói, o Gugu era a Barbie.


Os anos foram passando, fomos ficando adolescentes, o Gugu naturalmente foi se afastando do grupo de meninos da rua e se juntando ao grupo de meninas, eu sempre fui amigo do Gugu, eu queria beijar a Patrícia, a Juliana, a Tasiane, a Tamy, a Michele, etc., mas sozinho não sabia como chegar no “mundo das meninas”, nada melhor do que pedir para o Gugu “Fazer os lados” e daí não tinha mistério, era só chegar e ficar, era o único jeito do garoto gordo (que entrava no mar usando camisa) beijar algumas das gurias mais lindas do litoral. Gugu pra mim sempre foi um amigo, mas para alguns dos outros meninos da turma da rua 10 não. Gugu era “diferente” e o discurso de aceitação da Barbie como herói foi morrendo e dando lugar a um discurso de ódio contra os meninos que achavam que a Barbie era um herói... Eu sempre entendi a sexualidade do Gugu, ele sempre foi gay, mas nunca entendi a homofobia dos outros meninos, quando crianças não precisávamos mais de 5 minutos de conversa para entendermos que alguns meninos querem ser o Batman e outros querem ser a Barbie e que isso não estraga a brincadeira da turma. O Gugu era da rua 9. (Filósofo Fabio Goulart da página  FilosofiaHoje.com)

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Levy Fidelix, Vai Tomate Cru



Neste vídeo o Filosofo Fabio Goulart acerca do discurso polêmico do candidato Levy Fidelix sobre a homossexualidade.

Vídeo sobre casamento gay: https://www.youtube.com/watch?v=mTx4Yw2jAv8&index=14&list=PLOl9D5HIk5GUxPo1SbfwgVq5Iweh3ujn7

Vídeo do Pirulla: https://www.youtube.com/watch?v=Gn0R-gb9SMc&list=TLzTXnRs5tNV-Xdq62aEk4a-aaXc5gNwE8


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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O antidecisionismo de Hannah Arendt O pensamento arendtiano como crítica à teoria decisionista de Carl Schmitt - Paola Coelho Gersztein

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A obra tem por enfoque a análise do pensamento de Hannah Arendt especificamente em contraposição ao decisionismo de Carl Schmitt. Ambos foram influentes pensadores alemães do Século XX, cujas vidas e cujo pensamento seguiram rumos diametralmente opostos. Carl Schmitt foi considerado o principal jurista do regime nacional-socialista, tendo por esta razão recebido a alcunha de “o filósofo maldito”. Hannah Arendt, por sua vez, era judia-alemã e vivenciou o terrível contexto das duas Grandes Guerras, tendo de fugir da Europa e viver sob a condição de apátrida por dezoito anos. Posteriormente, sua magistral obra As Origens do Totalitarismo teve como enfoque o regime que, para muitos autores, fora idealizado por Schmitt. A escolha destes dois pensadores deve-se à atualidade de seu pensamento em relação ao ponto central de análise deste trabalho: o decisionismo ou a validade da decisão como fundamento da ordem constitucional.

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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Luciana Genro, Roger, Danilo Gentili e a Falácia do Socialismo de Verdade


Neste vídeo o Filosofo Fabio Goulart esclarece um pouco de alguns erros argumentativos e ideólogos da emblemática entrevista da candidata socialista do PSOL Luciana Genro e do apresentador conservador Danilo Gentili e seu músico o Roqueiro Roger. Aquilo foi feio, um bate-boca de senso comum... vamos aos fatos... Assista ;)

A falácia da expulsão do grupo ou falácia do verdadeiro escocês é uma falácia que consiste em tentar excluir de um grupo um membro que serve como exemplo para invalidar uma característica atribuída a esse grupo. Esta falácia acontece quando uma das partes faz uma afirmação a respeito de um grupo, a outra parte apresenta um exemplo onde essa afirmação não se aplica e, em seguida, a primeira parte retruca tentando desqualificar o exemplo citado como membro do grupo.

Se queres assistir essa entrevista é por tua conta e risco neste link: https://www.youtube.com/watch?v=PBXeEe4KURM

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terça-feira, 30 de setembro de 2014

1º Congresso Germano-Latino-Americano sobre a Filosofia de Hegel Observações para a crítica de Hegel a crítica à razão de Kant

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Como representante do esclarecimento e partidário da ciência moderna, Kant chega à intelecção de que a metafísica não satisfaz à exigência de ser uma ciência. A Crítica da Razão Pura distingue o uso empírico e transcendente da razão e efetua, por um lado, uma nova interpretação da ciência e, por outro, uma nova atribuição do status das ideias metafísicas antigas, com efeito, não criticadas. Kant não queria abandonar a metafísica, caso ela não fosse possível como ciência.

Hegel questiona por que Kant não se refere ao conteúdo dos pensamentos da metafísica e, portanto, não os examina acerca da sua verdade ou inverdade e se dedica, em vez disso, a uma crítica principal do conhecimento. Sua crítica aos elementos epistemológicos da filosofia kantiana estabeleceu um novo padrão para toda filosofia após Kant, que, conforme o dito de Hegel, assim como a metafísica, deve ser ciência. Hegel mostra que Kant defende um dogmatismo das categorias das ciências naturais e exclui os objetos da conformidade ao fim interior do âmbito do conhecimento objetivo. Ele critica o conceito de conhecimento instrumental de Kant como autoconsciência de um pensar que assume a prática máxima do esclarecimento – de considerar tudo como meio para o ser humano – como máxima teórica. Naquilo que mais tarde é denominado o “pensar instrumental” (Adorno) Hegel vê um abandono fatal da verdade para a filosofia.

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