quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

A Ditadura Comunista no Brasil




A Ditadura Comunista é uma sombra que aterroriza a aristocracia Brasileira, desde o Império. Em agosto de 1889, a eleição do Brasil elegeu 125 parlamentares. Destes, um era republicano. 



A onda republicana cresceu no Brasil graças ao temor que a elite latifundiária tinha de que a princesa Isabel -sucessora do Imperador- realizasse mudanças econômico-sociais depois que cedeu à pressão inglesa e alforriou os escravos.


Os intelectuais do governo Republicano não eram, a princípio, republicanos. A própria escravidão foi objeto de discussão na Assembléia Constituinte que contou como umas das figuras mais notáveis, com o Ruy Barbosa que era, até pouquíssimo tempo antes, monarquista.

O voto feminino, apesar de ter sido objeto de discussão na assembléia nacional constituinte, contou como seu maior defensor o Machado de Assis que, por não ser parlamentar, teve que advogar a causa na sua coluna de jornal.

Depois, na década de trinta, Vargas inventou uma "ameaça comunista" e decretou o Estado de Exceção. Neste período, pode-se dizer que havia um movimento Comunista no Brasil, mas não suficientemente grande para caracterizar uma "ameaça". O filme Olga retrata o quanto o Partido Comunista tinha poucos simpatizantes, nesta época.

De Vargas pra cá, o Governo Federal esforçou-se pra imputar nos comunistas toda a sorte de difamação. No interior, dizia-se que comunista gostava de "comer criancinha".
Nos anos sessenta, depois da propaganda de Vargas, é que o Comunismo não tinha a menor força mesmo no Brasil. Há quem diga que o nosso Golpe foi armação americana. A mim, me parece um certo exagero. Os americanos, diferentemente de Olavo de Carvalho e Danilo Gentili, sabiam muito bem que, se havia um país latino-americano no qual o Comunismo não era apoiado, este país era o Brasil.

Mesmo assim, o discurso da "ameaça comunista" triunfou e até a Igreja Católica - que, depois, deu asilo político aos perseguidos- entrou na onda e apoiou a "Marcha Pela Família com Deus".
No período de Vargas, os partidos comunistas foram extintos, na Ditadura Militar todos os partidos foram extintos. Sobraram o partido do Governo -Arena- e um partido dito de oposição que, pra completar o número mínimo exigido para o funcionamento, contou com a assinatura de militantes da Arena.

O fato é que, no período militar, o discurso contra os comunistas foi ainda mais forte do que antes. Além disso, a queda do muro de Berlim provou, de uma vez por todas, o quão antiquado é o comunismo e este tornou-se tão somente um sonho para adolescentes mal informados e pesadelo para a Direita hormonal.


"O comunismo no Brasil é mais um medo da direita que não estudou, do que um realidade da esquerda que se organizou."

* Mayck Sathler, colunista da página Filosofia Hoje.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Immanuel Kant - Ousar Saber

Kant, em grande medida influenciado por Santo Agostinho, foi precursor de uma grande mudança paradigmática no pensamento moral moderno. 


Os gregos estavam convencidos de que os talentos naturais - aos quais chamavam de "virtudes"- eram desigualmente distribuídos no mundo. Essa constatação fazia-os crer que havia uma espécie de hierarquia natural entre os homens. 

Quando Aristóteles diz - e é reiterado, no século passado, por Ruy Barbosa- que "a cidade deve tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na medida de suas desigualdades", ele estava afirmando que o fato de as virtudes não serem igualmente distribuídas entre os homens justificava que a cidade também não tratasse a todos de igual maneira, a partir do que o estagirita chamava de "igualdade corretiva".

Só muitos séculos mais tarde que o Pensamento Cristão - com Santo Agostinho- vai introduzir ao pensamento Ocidental o conceito de igualdade. No entanto, é Kant quem o introduz de maneira mais significativa no pensamento moral moderno.

É claro que Kant não discorda que há uma desigualdade na distribuição das virtudes - que, por influência da parábola de Cristo, passamos a chamar de "talentos"-, mas explica que o que confere dignidade a um homem não são os talentos trazidos, a priori, pelo indivíduo, mas a ação efetuada, livremente, por ele.

Este é o homem esclarecido de Kant: O homem capaz de pensar pare deliberar livremente, na contramão da própria natureza, em direção ao imperativo categórico. O homem digno não é, inexoravelmente, o homem talentoso. Você pode ser um gênio. mas, se construir a bomba atômica, não será, moralmente, digno.

Filosofar é, como me disse, certa feita, uma amiga "não ser um maria com as outras", é pensar, é agir livremente por sua própria deliberação, é seguir a sua vontade. "Ousai saber!"

Quer "ousar saber" e se informar mais sobre o que é o esclarecimento? Assista a este vídeo do Filosofia Hoje e aprenda sobre um dos filósofos mais importantes no pensamento moral moderno: https://www.youtube.com/watch?v=DN-hRj9iDcY
Mayck Sathlher, colunista da página Filosofia Hoje.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Você não entendeu a fala do Papa sobre a evolução no casamento?


Quando o Apóstolo Paulo propôs a divisão dos "papéis" no casamento, ele estava lidando com uma sociedade diferente da nossa.

As mulheres judias ficavam de fora das Sinagogas. Salvo em festividades especiais, elas não participavam da Liturgia Judia. Como é de se supor, elas não se adaptaram bem ao novo modelo de Culto Cristão. Acostumadas a ficar do lado de fora do Culto, esperando os maridos, elas demoraram a se acostumar com a ideia de que, dentro do Templo, não podiam conversar durante o Culto. Além da conversa paralela, outra coisa que as fazia incomodar o Culto era o fato de não entenderem o que se passava. Por isso, Paulo disse que elas deviam se manter caladas durante o Culto e que os homens - mais acostumados com o Sagrado, na Tradição Judaica- deveriam iniciar as mulheres no Conhecimento sobre Deus.

É neste contexto que nasce a distinção dos "papéis" do homem - a cabeça- e da mulher - submissa e calada- no Pensamento Cristão. Não é que a mulher deva ser submissa e calada sempre nem que o homem esteja sempre mais apto ao contato com Deus do que as mulheres. A morte e ressurreição de Jesus facilitou o acesso de TODOS a Deus. O véu que separava o Sagrado dos homens se rompeu e, através de Cristo, TODOS - homens, mulheres, crianças, judeus ou gentis- podemos nos comunicar DIRETAMENTE com Deus.

O que o Papa diz? Que devemos perceber que a sociedade Coríntia, para quem Paulo escreveu, não existe mais e que, na contemporaneidade, não há razões para pensarmos o casamento como algo baseado em papéis estáticos e bem definidos de atuação do homem e da mulher. A fala do Papa é genial e revolucionária. Muito mais inteligente e sóbria do que Cláudio Duarte e Feliciano juntos que não fizeram bem o Curso de Teologia.

PS: Entendam que todas as afirmações do texto partem do Pensamento Cristão e a página não tem compromisso nenhum com as afirmações

Por: Mayck Sathler, colunista da página Filosofia Hoje.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

A Nova Adolescência e a Filosofia



Vale a pena Assistir e Compartilhar com os amigos! Será que esta nova adolescência, a dita geração Z, que já nasce conectada e não quer sair da internet está pronta para a filosofia? Para Filósofo Fabio Goulart temos hoje conceitos diferentes, não temos mais uma Juventude Alienada se contrapondo a uma Juventude Engajada, temos hoje uma Juventude Conectada que busca acima de qualquer coisa o desenvolvimento sustentável em sua mais variadas variáveis. É necessário estarmos atentos a isso para não perdermos as energias de mais uma geração nos ralos do comodismo... Assiste até o final e não se esqueça de curtir o vídeo e compartilhar com os amigos! Seus comentários são muito bem vindos :)

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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

1 milhão de pessoas filosofando

O Site www.FilosofiaHoje.com gostaria de comunicar que atingiu a expressiva marca de 1.000.000 (um milhão) de acessos únicos. Isso significa que aproximadamente um milhão de pessoas ou mais acessaram nosso conteúdo e tomaram sua dose de reflexão. Agradecemos cada acesso e firmamos novamente o compromisso de sempre estar trazendo conteúdo de qualidade para a internet. (Filósofo Fabio Goulart da página Filosofia Hoje)


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Dia Mundial da Filosofia

Hoje, dia 20 de novembro de 2014 comemora-se o Dia Mundial da Filosofia, e Evidentemente nós da página Filosofia Hoje gostaria de fazer desta uma data especial para a crítica e a reflexão...
Lhes trago o texto de Wilson Correia:

“O Dia Mundial da Filosofia foi instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Todos os anos ele é comemorado na terceira quinta-feira do mês de novembro. Neste ano de 2014, os eventos alusivos à data acontecem neste 20 de novembro, dia durante o qual se discutirá, entre outras coisas, sobre para que serve a filosofia. 

Quero entender que essa data reforça a ideia de que a filosofia não está morta. Se ela for mortal, falecerá no dia em que o último ser humano for banido da face da Terra. Por que? Porque a filosofia tem como essência de sua razão de ser a capacidade humana de usar a própria complexidade cognitiva para representar o mundo e a vida concreta nele inserida. 

Não há como impedir que o homem e a mulher pensem sobre a vida, representem o existente, analisem os pensamentos já manifestos historicamente ou critiquem as representações que resultam em visões dos mais diferentes matizes. Interditar o pensamento é interditar o humano. 
Não fosse isso, os filósofos não estariam preocupados em mostrar que a filosofia possa ser um instrumento a mais a auxiliar o ser humano nessa tarefa de pensar, representar, julgar, decidir e agir com a criticidade que lhe é inerente. Nesse sentido, a filosofia tem muito por fazer na atualidade. 

A utilidade e a importância da atitude filosófica podem residir nos atos de avaliar os diversos dogmatismos que assombram o mundo e que são impermeáveis ao diálogo, bem como as operações ideológicas dos seres humanos que manipulam o real, os fanatismos que cegam e as ações destrutivas ao redor do planeta que colocam em risco de extinção todas as manifestações da vida. Esses temas dão um alentado programa de ação para a filosofia, os quais podem ser resumidos em apenas um: fazer ver. 

Por que ver? Porque a filosofia é atitude. Ela não é só discurso. Não é mera contemplação. Nem puro ócio. Como disse Sêneca nas Cartas a Lucílio, “A filosofia ensina a agir, não a falar”. Mas, compreendendo que o falar é uma forma de ação humana, um modo de se dizer o que se vê, sou da opinião de que o que Jostein Gaarder, filósofo norueguês, escreveu para a Unesco, por ocasião da comemoração deste Dia Mundial da Filosofia, é digno de nota. 

Segundo Gaarder, pensando na Declaração Universal dos Direitos Humanos, feita pela Organização das Nações Unidas (ONU), talvez seja tempo de pensarmos em uma Declaração Universal dos Deveres Humanos, tal como Kant teria sugerido quando pensou em um imperativo universal para estabelecer a união planetária entre os povos. 
Faço notar essa ideia que Gaarder busca em Kant porque não tenho certeza se imperativos são suficientes para que a ação humana no mundo seja mais bem orientada. Entretanto, estou certo de que os organismos internacionais e os filósofos mundializados recorrem a Kant e ao imperativo universal quando querem fazer eco à ideia de tolerância. Está lá, em todos os textos da Unesco. 

Sim, em um mundo globalizado, a urgência de se saber conviver com as diferenças e a premência em se praticar o respeito e a convivialidade civilizada são valores humanos universais que poderiam consubstanciar aquela declaração de deveres, pois esses são valores importantes e ninguém nega. O problema recorrente, não apenas nessas ocasiões, é que sempre querem que sejamos tolerantes com coisas intoleráveis. Ora, isso é difícil de aceitar. Certas tolerâncias que querem nos fazer praticar são intoleráveis. 
Por exemplo, os dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) sobre as faces da pobreza no mundo dá a dimensão da irracionalidade humana no que se refere à (in)justiça social e mostram os obstáculos para que haja uma união planetária de nações como querem os kantianos. 

Esses dados falam por si mesmos. Bem mais de um bilhão de seres humanos no mundo sobrevivem com menos de um dólar por dia. Dois bilhões e setecentos milhões de homens e mulheres contam com menos de dois dólares para se manterem entre uma noite e outra. 

Na esteira dessa miséria, seis milhões de crianças morrem atacadas por doenças facilmente curáveis, tais como diarreia, malária e pneumonia. Há regiões do globo nas quais menos da metade das crianças vão à escola no ensino fundamental. Menos de vinte por cento delas chegam ao ensino médio. 114 milhões de crianças não recebem nenhuma educação escolar. 584 milhões delas estão metidas no analfabetismo. 
Pergunto: é possível ser tolerante com aqueles e com as estruturas que alimentam essa máquina de sobrevida e de morte? É com base nesse tipo de estrutura que uma declaração de deveres deseja delinear a união entre os povos? 

Ora, o texto do PNUD me garante que, todos os dias, 800 milhões de pessoas adormecem com fome, sendo 300 milhões delas crianças... eu devo tolerar esse atentado contra a vida? Isso é desigualdade, não é diferença. A diferença foi feita para ser respeitada e vivida. A desigualdade e a injustiça nós não podemos tolerar. 
Não é possível ser complacente quando esse relatório me diz que, a cada três minutos e seis segundo, uma pessoa morre de fome ao redor da Terra. É possível ser tolerante diante desse holocausto? 

Esse estado macabro de coisas leva à política, campo em que assisto ao acinte, à desfaçatez e à subestimação de nossa inteligência: quando os políticos se colocam acima da lei e da ética, quase sempre para perpetuarem estruturas que geram vida para poucos e morte para muitos... com essa política eu devo ser tolerante? 
Quando “ser” não é poder, quando “saber” não é poder, mas quando “ter” é que é poder efetivo, inclusive engolindo e moldando a prática política, também diante disso eu devo adotar a postura omissa de quem tolera? 

Devo ser tolerante com esse modelo econômico injusto e com esse regime político obtuso, os quais nivelam a cultura pelo que de mais grotesco pode existir nesse setor? Tenho de aceitar essa cultura de massas feita pela quantidade, e não pelo mínimo daquilo que se considera qualidade e bom? 

Se o Dia Mundial da Filosofia foi instituído para fazer com que a consciência humana aprofunde a própria criticidade em relação a si mesma, aos julgamentos de que tem participado em nossa época e às ações que as pessoas temos realizado no mundo, então devo indagar: o que é dignidade humana? A economia, a política e a cultura atuais estão a serviço dessa dignidade ou de quê? 

Continuando, pergunto: o que vale termos uma declaração de direitos? Se uma declaração de direitos não nos acrescentou humanismo, uma declaração de deveres resolverá os nossos desatinos? Será possível fazer com que, por meio de deveres, todos os povos do mundo se unam em torno de valores humanos que lhes traga a paz e a concórdia? Tenho lá minhas dúvidas. 

Enquanto a economia for empregada na produção de desigualdades, enquanto o uso do poder for feito para sacramentar privilégios e desrespeitar valores e enquanto a cultura for utilizada para embrutecer e cegar, penso que a tarefa da filosofia se agiganta. 

Na situação em que nos vemos, o máximo filosófico a ser feito é fazer as pessoas que amam a sabedoria voltar os olhos de infante ao real que nos circunda e gritar, alto e bom som, igual ao personagem infantil do dinamarquês Hans Christian Andersen: “o rei está nu”. Essa é a tarefa hercúlea da filosofia. 
E tomara que o rei não fuja, nem tente matar o menino, nem diga que o garoto está louco. Tomara, ainda, que os acólitos do rei façam o mesmo: aceitem o grito revelador. Desejo, e muito, que o rei possa assumir a própria nudez e tratar de se vestir, o mais rapidamente possível. A vida não pode agonizar sob nossos olhos que não querem enxergar. Sem enxergar, como dar o passo, como empreender a ação? 

Sim, o rei precisa ver. Até para escolher a roupa que vestirá após descobrir-se em pelos. De minha parte, tenho uma sugestão de vestimenta: humanidade. Essa seria uma roupa que lhe cairia bem, sobretudo para que compreendesse para que serve o saber filosófico neste Dia Mundial da Filosofia.”

Por Wilson Correia
Colunista Brasil Escola


quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A Filosofia e a Zona de Conforto

Um bom argumento filosófico geralmente é pautado com o condicional “SE”, afinal um texto realmente filosófico é aquele que te faz pensar, te faz questionar, e muitas vezes isso só é possível com textos que você não consegue concordar. Ler e buscar grupos onde só se discutem assuntos com a forma e o conteúdo que lhe interessa é ficar na zona de conforto, e a zona de conforto é o lugar mais distante que existe em relação a filosofia. Sei que isso é um clichê, mas filosofar é ser arrancado de nossa zona de conforto, tal como o prisioneiro da caverna de Platão foi arrancado de suas “confortáveis correntes” e teve que lidar com a dor da liberdade e com a insuportável luz do pensamento crítico. Enquanto a pessoa argumenta usando somente operadores de certeza ela não está sendo filósofa, não importa o quão superior fores a tua formação, estará sendo como os demais prisioneiros da caverna que chamaram de louco aquele que havia se libertado. Se queres ser filosofo, além de aprender filosofia é necessário aprender a filosofar.

Filósofo Fabio Goulart


sábado, 1 de novembro de 2014

Deal With It - meme



Deal With It (Tradução= “Aprenda a lidar com isso” ou “Aprenda a viver com isso”)

O uso adequado deste meme se dá quando em uma discussão um dos debatedores usa de um estratégia dedutiva tal qual os demais debatedores não podem replicar sem cair em erro lógico, por isso mesmo necessitarão aprender a lidar com tal situação independentemente do posicionamento ideológico inicial.

Exemplo: “Se todo X é igual a Y e temos um caso de X, é evidente que aquilo que está diante de nós é igual a Y.” (Modus ponens)

Vídeo original: Supa hot fire VS b bone (first battle ORIGINAL) https://www.youtube.com/watch?v=x35P2wTX0zg

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