terça-feira, 16 de setembro de 2014

O Materialismo Eliminacionista de Paul e Patricia Churchland - Luiz Roberto Carlos Stern

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Qual é a verdadeira natureza dos processos e estados mentais? Em que meio eles ocorrem, e como se relacionam com o mundo físico? A capacidade de pensar sobre as coisas, sobre a própria existência e tomar atitudes é o que significa dizer que seres humanos possuem “mentes”, diferenciando o homem dos demais animais? Assim, não causa surpresa que a tentativa de esclarecer o que significa “ter uma mente” esteja no centro das preocupações da tradição filosófica ocidental. Entre as alternativas possíveis, o materialismo eliminacionista trata a relação mente-cérebro como pseudoproblema já que preconiza a própria dissolução do conceito de mente.


ISBN: 978-85-66923-01-8
Nº de pág.: 108

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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Artigo novo publicado, sobre Marx e Marcuse

O trabalho alienado age de tal maneira no sujeito que aos poucos o mesmo perde a sensação de sair de casa para ir trabalhar e passa a sentir que sai do trabalho para ir para casa, o local de trabalho torna-se seu habitat, o ser tona-se estranho ao seu jaz antigo lar. Na verdade toda sua vida além da vida na atividade de trabalho torna-se estranha. Muitas vezes para suportar tanta energia mortífera que emana o sujeito passa se identificar com sua atividade de trabalho, degrada-se em “o professor, o vendedor, o mecânico, etc.”. Tal identificação é tão poderosa que faz muitos se afastarem de amigos, parentes, projetos pessoais e até mesmo da própria aposentadoria em nome da atividade de trabalho, evidentemente este processo é autodestrutivo para o sujeito, porém está alinhado à lógica de trabalho capitalista – na qual o sujeito enquanto humano morre muito tempo antes do sujeito enquanto trabalhador. [Leia mais no Link http://www.abavaresco.com.br/revista/index.php/opiniaofilosofica/article/viewFile/220/221 ] Com muito orgulho lhes apresento meu mais novo artigo publicado na revista Opinião Filosófica (Filósofo Fabio Goulart da página FilosofiaHoje.com)

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A Fundamentação Ética do Estado Socioambiental - Orci Paulino Bretanha Teixeira

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A Ética Ambiental, discutida em sua dimensão jusfilosófica, corresponde aos deveres ético e jurídico de preservar o meio ambiente ecologicamente equilibrado para as presentes e futuras gerações. No entanto, na linha temporal de nossa existência construímos um universo somente para nós. O antropocentrismo clássico, substrato filosófico da proteção ambiental regido pelas nossas razões e técnicas, expandiu o pensamento explorador dos recursos naturais, como se fossem fontes inesgotáveis de recursos à disposição do homem. É fator decisivo reformular a ideia de que o progresso a qualquer custo sustenta-se por si mesmo para a nossa mudança de pensamento e de atitude rumo à sustentabilidade ambiental. No cerne das preocupações éticas, o conceito de responsabilidade jonasiano pode ser considerado uma superação da visão antropocentrista. Desse modo, é nos primados do princípio responsabilidade, da solidariedade e da dignidade da pessoa humana que focaremos o dever da humanidade para com o ambiente, incluindo-se todas as formas de vida, uma mudança de pensamento e de atitude frente à necessidade de preservar ou recuperar a qualidade ambiental. Surge um novo entendimento da natureza baseado na ética integradora, a Ética Ambiental, voltada a todos seres, entendidos como dignos de respeito e de vida; garantidora de uma relação harmoniosa entre homem e natureza, em uma visão orgânica, uma unidade. Em face da ameaça de destruição da vida no planeta, o dever de cuidado, baseado em novos princípios, poderá abrir a possibilidade de pensarmos um futuro menos doloroso para a natureza e os seres vivos. É nesse sentido que Hans Jonas estabelece uma ética para a sociedade tecnológica: é preciso haver vida futura, reconhecendo a interdependência da vida humana com a natureza e com todas as formas de vida. A correta convivência entre todos os seres vivos e o ambiente tem amparo na Filosofia da Natureza, um dos fundamentos jusfilosóficos para conceituar meio ambiente, definindo um marco que permite interpretar corretamente essa relação. Com o retorno ao conceito de unidade formulado pelos gregos na Antiguidade, o modelo hegeliano exposto na Filosofia da Natureza sustenta, a nosso ver, o Estado Socioambiental. Estruturado em princípios como o de Ética Ambiental, com o dever primordial de não romper com as leis da natureza, o Estado Socioambiental protege, preserva o equilíbrio ambiental e recupera a qualidade de vida em um ecossistema ecologicamente equilibrado. O caminho ora delineado aproxima de forma integradora a Filosofia e o Direito, uma visão holística, pois entendemos ser a defesa ambiental responsabilidade de todos, Poder Público e administrados, que formando laços construtivos devem auxiliar na legitimação de boas práticas ambientais, onde o cuidado passa a ser a força motriz de toda a ação. Sob o viés jusfilosófico, acreditamos que o imperativo jonasiano do dever de cuidar do ambiente é atual e essencial para a continuidade da vida.

ISBN: 978-85-66923-11-7
Nº de pág.: 270

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quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O Argumento do Pombo



-Neste vídeo o Filósofo Fabio Goulart apresenta uma história com jeitão de fábula, mas na verdade é uma crônica da vida real que nos tem muito a ensinar. Vale a pena assistir!

-Se gostar clique no “gostei” e adicione aos “favoritos”, pois isso nos ajuda a continuarmos nosso trabalho. :) Compartilhe com seus amigos! Comentários são muito bem vindos, mas lembre-se do argumento do pombo kkkkkk

-Normalmente em discussões na web, um dos lados quando fica sem argumentos, cai em falácias e começa a agredir verbalmente o interlocutor (propriamente a clássica falácia argumentum ad hominem), para, em seguida, sair "cantando vitória", (falácia da falsa proclamação de vitória).Trata-se de uma técnica inferior... Não seja assim.

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terça-feira, 9 de setembro de 2014

Investigação acerca da possibilidade de uma estética em Karl Marx - Ricardo Luis Reiter

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O autor tenta a realizar uma investigação sobre a possibilidade de uma teoria estética em Karl Marx. Essa investigação busca entender a relação que, para Marx, existe entre estética e a vida social e humana do homem. Para que essa investigação possa ter êxito, serão apresentados alguns conceitos fundamentais na filosofia de Marx, tais como o conceito de alienação, o conceito de homem e o conceito de espiritualidade. A partir dessa fundamentação, será desenvolvida uma argumentação, fundamentada principalmente sobre os Manuscritos Econômico-Filosóficos e os Grundrisse, a favor da existência de uma estética em Marx. Por fim, será desenvolvido também a relação que existe, para Marx, entre a produção artística e a produção material sob o prisma da sociedade capitalista.

ISBN: 978-85-66923-17-9
Nº de pág.: 134

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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Ontologia sem Consciência: Ensaio acerca dos últimos temas de M. Merleau-Ponty - Vanessa Nicola Labrea

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Escritas na fina linha que entrelaça a filosofia e a letra, e a fenomenologia e o estruturalismo, estas páginas articulam um desvio digno do gesto mesmo de filosofar, a saber, desovar a passagem entre o conceito de multiplicidade em Bergson e o invisível em Merleau-Ponty, sem caminhar pelo agenciamento já conhecido de Deleuze. A proposta deste livro é uma escrita sobre ontologia, uma ontologia, conforme a subtítulo dado por sua autora, Vanessa Nicola Labrea, “sem consciência”. Que esta ontologia seja sem “consciência” implique simplesmente que esta segunda categoria, por mais que serve a individualizar o sujeito humano, não consegue conter o processo difuso, descontínuo e dinâmico que é o pensamento. A consciência é boa para a normalização: não serve mais por uma filosofia crítica e criativa. Daí vem todo o rigor exigido pelo trabalho conceptual, especialmente aquele que articula um tratamento do princípio da “não identidade a si”, sendo que este tratamento não faz concessões ao inefável nem tampouco aos demais para-espiritualismos. Tecidas por intensidades, as singularidades necessárias para realizar o projeto de VNL surgem onde a lógica clássica aparece como mero servente da normalidade cognitiva. Desta forma, este livro mostra com verve que, aquém da argumentação, a filosofia, tal como a verdade, depende da criação ativa no e pelo discurso racional. - Norman Madarasz

ISBN: 978-85-66923-02-5
Nº de pág.: 68

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terça-feira, 2 de setembro de 2014

O problema da Indução em David Hume - André Luiz de Almeida Lisbôa Neiva

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André Neiva discute com clareza e profundidade o problema da indução desenvolvido por D. Hume, a partir da distinção entre relações de ideias e questões de fato. Ao destacar a relevância do empirista inglês para o seu tempo e para o nosso tempo, o autor reconstrói as teses centrais que envolvem o conhecido problema da justificação das inferências indutivas, com foco principal na ideia da conexão necessária. A explicitação de um ceticismo teórico em relação ao problema da indução e a apresentação da natureza psicológica da crença para uma solução no nível prático são outros méritos do trabalho.
- Thadeu Weber

ISBN: 978-85-66923-08-7
Nº de pág.: 84

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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Caos na Saúde Pública? O SUS funciona? - O Som da Verdade #18 #CaosnaSaúde




Antes de qualquer coisa, precisamos deixar claro que esta não se trata de uma crítica apenas ao governo vigente, mas sim a todo o sistema da saúde.

É obvio que o governo atual, aliás, todos os políticos poderiam fazer, ou tentar qualquer solução para o caos que temos no SUS.

Você já precisou usar o SUS? Bem. Fazia tempo, mas muito tempo que eu não precisava, pois sempre utilizo convênio médico empresarial.

Se você assim como eu tem a possibilidade de ter um plano de saúde, ou mesmo pagar um médico e hospital particular, faça isso.

Precisei utilizar o hospital público, pois meu filho apresentou quadros de problemas neurológicos, como dores de cabeça, espasmos e outros problemas nos nervos, algo como uma convulsão.

Chegando ao posto médico de saúde, fomos orientados a ir diretamente para um hospital da rede pública, pois a situação era urgente.

 Na emergência deste hospital, após uma espera de quatro horas a pediatra o encaminhou para uma avaliação com o neurologista de plantão (não para estes casos, pois ela era uma neurocirurgiã). Foi feito um exame e nada foi detectado. Então esta médica especialista nos informou que ele precisava urgentemente ser avaliado por um neurologista pediátrico em outro hospital. Disse que ele poderia ser levado de ambulância, mas como demoraria duas horas para o veículo ficar disponível, preferimos ir de carro rapidamente.  Chegando lá, uma pediatra o avaliou e disse que ele estava bem (leia-se: não estava morrendo). Por isso, poderia ir para casa, agendar uma consulta no posto médico para a próxima semana e voltar ao hospital em caso de urgência. 

Ficamos na dúvida. Por que uma médica especialista nos orienta a procurar um neurologista pediátrico, mas a pediatra diz que não é urgente? Há uma discrepância nestas informações e alguém errou. Voltamos ao primeiro hospital para questionar isso da própria médica que nos indicou que o caso era urgente.
O enfermeiro da triagem, já tentou nos dispensar ali mesmo. 

Disse que se a médica orientou ir para casa e agendar a consulta, era para seguir esta recomendação. Após questionar dezenas de vezes o desencontro das informações, após quase termos que chamar a polícia para ter o atendimento solicitado, passamos por outro médico (após mais duas horas de espera) era outro neurocirurgião de plantão, que disse que sua colega anterior se equivocou e nos assustou por nada. Que isso provavelmente poderia ser apenas um problema psiquiátrico e informou que provavelmente poderia ser síndrome de Tourette. Sem os vários exames necessários para diagnosticar isso corretamente. Disse com estas palavras: “- Não se preocupem ninguém morre disso!”. E reforçou para agendar as consultas via posto médico regional. 

Agendamos na sexta e o posto informou que nos ligaria na segunda-feira para dizer para que dia ficasse marcada a consulta. Mas no domingo ele teve outra crise e preferimos levar em um Hospital de Pronto Socorro, dado o histórico negativo dos hospitais anteriores. 

Falei com uma renomada psiquiatra, Dra. Ana Hounie. E ela me informou que isso não parecia síndrome, que ninguém pode adivinhar isso sem os devidos exames e que se ele tinha dores de cabeça, era urgente sim e orientou a retornar ao hospital para avaliação neurológica. Seguimos esta orientação. 

Fizemos o boletim de atendimento no terceiro hospital e na triagem, pasmem, informaram que também não possuíam esta especialidade e sugeriram um quarto hospital infantil. Chegando lá, apesar da demora, conseguimos o atendimento e a internação, do meu filho, pois o médico informou que realmente este caso era emergencial. Mesmo com a morosidade dos exames, falta de empatia e vontade por parte dos médicos ele está sendo atendido.

Fica a pergunta: Se não era grave, ou urgente, porque ele foi internado neste quarto hospital? Por que esta demora e este desencontro nas informações? 

Eu denunciei o caso para a câmara de vereadores, para a secretaria de saúde e para a ouvidoria dos hospitais, ainda sem resposta. 

Mas o tempo que precisei ficar no SUS, consegui ouvir e ver com os meus próprios olhos as reclamações das pessoas. O tempo imenso que ficam em uma fila. Às vezes quatro horas para receberem um diagnóstico falho, errado, ou sem os exames necessários. As pessoas retornam para suas casas, pioram e precisam voltar ao hospital e esperar horas novamente. Muitos desistem. E quantos não morrem na porta dos hospitais? O descaso, a falta de aparelhos, especialistas, falta de vontade de atender são fatores críticos para esta situação. 

Porém, precisamos observar que a falha parece ser muito mais estratégica e gerencial e até político do que simplesmente operacional. Estas pessoas seguem protocolos e procedimentos – Como o de Manchester – que não atende a população. Categorização por cores, portarias que derrubam o direito garantido de certos atendimentos prioritários, são exemplos coisas básicas que poderiam mudar, mas nosso dever é o de denunciar todos os casos para todos os canais possíveis! 

Para ilustrar que o meu não é um caso isolado, observe abaixo mais noticiais sobre o SUS e reflita sobre este tema!!!!!!!

Gráfico de denúncias:


Notícias sobre saúde pública:



 

Como Denunciar:

 

 


Autor: (Crítico Social Fábio Fleck Filosofia Hoje)