terça-feira, 29 de julho de 2014

O Conceito de Liberdade de Imprensa ou de Liberdade de Comunicação Pública na Filosofia do Direito de G. W. F. Hegel - Paulo Roberto Konzen

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Através de uma rigorosa leitura e análise crítico-filológica, histórica e hermenêutica da obra de G. W. F. Hegel, sobretudo da Filosofia do Direito ou da Filosofia do Espírito Objetivo, o livro procura pesquisar e avaliar a relevância do conceito de liberdade de imprensa ou liberdade de comunicação pública, vinculado ao conceito de publicidade, por exemplo, no processo de suprassunção ou de mediação da diversidade, das diferenças e/ou dos mais variados conflitos possíveis na esfera pública, os quais são, a princípio, suprassumidos ou mediados no âmbito do Estado. Na Filosofia do Direito, ele expõe e elucida os conceitos de liberdade de imprensa ou de liberdade de comunicação pública, de liberdade de falar e de escrever, de liberdade de pensamento e de ciência e de publicidade, enquanto diferentes meios que são chamados ou conhecidos, normalmente, por liberdade de expressão ou, então, por imprensa livre, todos relacionados ainda com o conceito de opinião pública. Em suma, a liberdade de imprensa mostra-se, em Hegel, um meio essencial para o desenvolvimento de uma unidade diferenciada ou plural, pois liberdade de expressão e liberdade de acesso à informação serve de meio que possibilita a expressão, articulação e gerência da diversidade, sempre em vista da maior suprassunção ou mediação possível, por exemplo, das muitas diferenças dos indivíduos e/ou dos povos, além de promover a elevação dos seus graus de formação ou cultura. Assim, a liberdade de imprensa ou de comunicação pública, com a publicidade, é meio de formação/cultura essencial, por exemplo, de um povo, pois serve de meio que possibilita a externação, a mediação e a gerência da diversidade, permitindo a apropriada organicidade, a fim de evitar o extremo da estagnação ou da massificação, e também a respectiva vitalidade, a fim de interligar e de arejar as mais diversas esferas existentes.
ISBN: 978-85-66923-07-0
Nº de pág.: 462

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sexta-feira, 25 de julho de 2014

A febre da Copa do Mundo. Uma gigante festa apolítica? - Christian Iber

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Jogar futebol e assisti-lo entusiasma alguns homens, mas não se vibra por quem joga melhor, vibra-se, por exemplo, pelo Brasil (verde-amarelo) ou pela Alemanha (preto-vermelho-ouro), isso é claro. Febre da Copa do Mundo, quilômetros de fãs, Fan Fest e public viewing [telão público para exibição do jogos] etc. No cenário inteiro da Copa do Mundo o futebol-nacionalista vive e goza a emoção do povo, o sentir da solidariedade e de pertencimento à nação brasileira/alemã etc., e na comunidade com “nosso time” o futebol-nacionalista quer, ao menos uma vez inteiramente consciente, não saber nada do cotidiano desagradável, da necessidade de concorrência nem da maldade que são por sua vez comuns entre os membros da nossa sociedade.
Por ocasião da emoção do povo notoriamente sem distância na Copa do Mundo no Brasil, este artigo fornece Seis teses filosóficas sobre o futebol e a Copa do Mundo que examinarão esse fenômeno a fundo. O tema é: o futebol em nossa sociedade contemporânea capitalista

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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Prisões na Copa - Criticar não é crime! Liberdade já!

“Filosofar é pensar perigosamente” este pensamento do filósofo Ricardo Timm Souza deveria ser a lição número um de todo curso superior de filosofia, porém o que observamos é justamente o oposto, temos uma filosofia medrosa formada por filósofos incapazes de confrontar a realidade do mundo, que se isolam em seus gabinetes e ficam discutindo assuntos do século XVII como se fossem superiores ao mundo que ai está. Filosofar é um exercício prático de crítica à ordem vigente, se assim não for: não é filosofia, é uma fraude intelectual. Frente aos protestos precisamos assumir nosso papel e fornecer subsídio intelectual às lutas de nosso tempo! Não podemos aceitar que um Estado proíba nosso direito de filosofarmos, isso já está acontecendo, como bem demostrado nesse vídeo de Paulo Ghiraldelli Jr o Estado brasileiro que se diz democrático e liberal cospe em seus princípios ao prender por formação de quadrilha filósofos e demais manifestantes no seu livre exercício crítico, as prisões não estão sendo feitas somente aos depredadores e violentos, estão prendendo pessoas por simplesmente “pensar diferente”. Estejamos unidos, preparados e ativos, afinal “falar bonito até papagaio fala”, não sejamos papagaios acadêmicos, sejamos a Coruja de Minerva. (Filósofo Fabio Goulart da página Filosofia Hoje)

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Resident Evil Remake - Detonado Parte 4 - Legendado, explicado, comentado e HD



Quarta parte do Melhor Detonado de Resident Evil do YouTube. Com vídeos Legendados e Comentários Pontuais e Explicativos. Vale apena Assistir esta série. Hoje, Enfrentado a cobra gigante!!!
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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Metro 2033 - Dmitriy Glukhovskiy - Minirresenha

O que esperar de um livro best-seller que virou um game de sucesso? Não muita coisa, apenas um passatempo, certo? ERRADO, pelo menos no caso de Mertro 2033. A literatura Russa sempre surpreende e Dmitriy Glukhovskiy não faz diferente. Ao contrário do jogo onde o foco foi dado quase que totalmente à luta por sobrevivência entre humanos e mutantes num cenário pós-apocalíptico (tema extremamente clichê), no livro o autor explora a dimensão humana e desdobramentos políticos e psicológicos de uma sociedade que está confinada a viver nos tuneis do metro após terem destruído toda superfície em uma guerra nuclear. Artyon, o personagem principal, vive uma vida “normal” dentro da nova realidade humana, em uma estação periférica não faz noção dos desdobramentos políticos existentes nas estações centrais. Já adulto sai em uma missão que lhe obriga cruzar o metro e no trajeto vê as diferenças e semelhanças entre os habitantes de cada estação. O metro reproduz exatamente o que existia antes da guerra que destruiu a superfície, luta de classes, luta de ideologias, luta por dinheiro, luta por religião, dominação, etc. O interessante é que o livro deixa claro o quanto tudo isso é superficial e não passa de vaidade aos olhos de um viajante “ingenuo” que não entende as convicções morais de cada facção. Os três principais grupos que dominam o metro são Comunistas, Nazistas e Capitalistas... Ao olhos de Artyon iguais em suas podridões... No fim do livro Artyon se destaca por ter uma certa sensibilidade que lhe permite compreender um pouco mais sobre as novas formas de vida da superfície... Vale a pena a leitura!
Texto e foto de: Fabio Goulart

terça-feira, 10 de junho de 2014

THEODOR ADORNO: ENTRE A ALIENAÇÃO E A VIOLÊNCIA



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-Aula do Me.Phil. Fabio Goulart. "THEODOR ADORNO: ENTRE A ALIENAÇÃO E A VIOLÊNCIA". RESUMO: O primeiro ponto deste artigo demonstra que para Theodor Adorno mito, dominação e trabalho estão entrelaçados desde muito antes do capitalismo moderno; já o segundo demonstra a partir de que momento esta lógica de alienação e reificação transforma-se em uma lógica de opressão e violência. Para Adorno nos mitos da Odisseia a constante autoafirmação da subjetividade de Ulisses manifesta nele o protótipo do homem burguês e em seus comandados a massa de manobra. Tal como no mito das sereias no qual Ulisses amarra-se ao mastro enquanto os seus marinheiros foram ensurdecidos para poderem sobreviver, no capitalismo tanto o burguês quanto o trabalhador estariam presos à mesma embarcação, à diferença seria que assim como Ulisses o burguês desfruta do canto das sereias, enquanto os marinheiros remam com temor à morte sem nunca poderem desfrutar luxo algum. Não só alienação, mas também patologias psicológicas como o individualismo e a depressão detêm para Adorno origem social, depois eclodem nos sujeitos gerando os mais inimagináveis tipos de violência. Este artigo demonstra como o trabalho alienado estaria gerando uma cultural doente oriunda do falso esclarecimento, da falsa mimesis e da falsa projeção, juntas elas formariam a semicultura, cultura esta que tem a indústria cultual como principal propagadora.

Palavras-chaves: ALIENAÇÃO. VIOLÊNCIA. PRECONCEITO. TRABALHO.

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terça-feira, 3 de junho de 2014

Epistemologia das redes e a teoria das paixões em Hume - Tiago Porto

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A obra pretende elaborar uma epistemologia das redes e investigar a influência das paixões nas decisões dos indivíduos conectados às redes sociais da Internet. Para tanto, foi realizado um estudo ontológico relacional da sociedade em rede, passando à uma epistemologia focada na forma com que os indivíduos inseridos na rede internacional de computadores obtém seu conhecimento; em seguida, o trabalho foi aprofundado na Teoria das Paixões desenvolvida por David Hume, ressaltando seus pontos mais importantes para a análise da tomada de decisões dos indivíduos nas redes sociais online; finalmente, apresentando as consequências empíricas dessa teoria nos eventos insurgentes mais relevantes nos últimos anos, amparados pelaTeoria do Reconhecimento de Axel Honneth.


ISBN: 978-85-66923-21-6
Nº de pág.: 107
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