sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Parafraseando Adorno, o que me choca não é a existência do absurdo, mas sua naturalidade. Esta semana, médicos brasileiros do Ceara "receberam" um médico cubano negro ( qualquer semelhança com o racismo é mera coincidência), com vaias e hostilidade, no aeroporto de Fortaleza, mostrando que a xenofonia não é uma prática necessariamente europeia. A maioria dos médicos brasileiros estão usando falácias contra os médicos cubanos tais como "eles estão roubando nossos empregos", ou "eles vieram em regime de escravidão", ou "eles não tem preparo para lidar com o nosso sistema de saúde", etc. Tudo isso é mentira! O pior é que tem até "filósofos" deslegitimando a vinda dos profissionais. Só falta agora os médicos anunciarem uma eutanásia coletiva nos seus pacientes como forma de protesto contra a "precarização" do exercício da medicina. Pois, afinal, "tudo o que estes médicos humanistas mais querem é um tratamento digno para os pacientes brasileiros". Em suma: um tratamento que eles jamais deram ao povão. (Filósofo Jeverton Soares Dos Santos)

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