quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Libertei mil escravos. Podia ter libertado outros mil se eles soubessem que eram escravos - Harriet Tubman

Qual a sua escravidão?

Comentários
3 Comentários

3 comentários:

  1. Eis a diferença, no meu modo de entender, entre a infância e a maturidade da Razão. No Estado de maturidade o Ser é pensante, capaz de se autorevelar, portanto, de se conhecer, de se assumir como tal, e a partir de então, realizar algo em prol de si mesmo. Em contrapartida, a infância da Razão é exatamente o período de não reconhecimento de si mesmo, portanto, de negação de si e como negação não contém a força necessária para atualizar-se. Não estamos falando da negação em sentido hegeliano, obviamente, mas da negação no sentido em que Santo agostinho o toma para definir o Mal como ausência de Bem. A Infância da razão, nesse sentido, não seria equivalente à infância do Ser Humano, que é um estado identitário positivo, ou seja, a infância não é (no sentido de evolução do SER) a ausência da Maturidade, mas ela é um Ser em Si, uma positividade, mas como a tomamos no caso da Razão, ela se pode ser equiparada à negação da maturidade, pois ela não é um Ser em si, trata-se de uma ausência...
    Claudemir Oliveira

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    1. Interessante observação. Estive trabalhando justamente o texto "o que é o Iluminismo" de Kant e achei sua posição muito acertada. Seus comentários sempre serão bem vindos aqui.

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  2. Obrigado por aceitar minhas contribuições...sempre que possível estarei participando.... Quero aproveitar também para parabenizar pelo Blog... o espaço é realmente agregador. Parabéns!

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